terça-feira, 23 de junho de 2009

Ceridwen


Na mitologia celta, Ceridwen era uma feiticeira, mãe de Taliesin, Morfran e a bela filha de Crearwy (ou Creirwy). Seu marido era Tegid Foel e viviam perto de Bala Lake, no País de Gales.

De acordo com o Mabinogion, Morfran (também chamado Afagddu) era horrivelmente feio, e Ceridwen quis torná-lo sábio. Ela tinha um caldeirão mágico onde podia preparar uma poção que desse sabedoria. A mistura deveria ser cozinhada por um ano e um dia. Morda, um homem cego, mantinha o fogo aceso sob o caldeirão enquanto Gwion, um menino, mexia o conteúdo. As três primeiras gotas do líquido davam sabedoria; o resto, era um veneno letal. Três gotas quentes espirraram na mão de Gwion enquanto ele mexia, queimando-o. Por instinto, o garoto levou a mão à boca e instantaneamente ficou sábio.

Ceridwen perseguiu Gwion. Ele se transformou em um rato; ela virou um gato. Ele virou um peixe e se jogou no rio; ela se transformou numa lontra. Ele virou um passarinho; ela virou um falcão. Finalmente, Gwion se transformou em um simples grão de milho. Ceridwen então se transformou em uma galinha e o comeu. Quando ficou grávida, Ceridwen sabia que era Gwion e resolveu que iria matar a criança ao nascer. No entanto, quando o menino nasceu, era tão bonito que ela não conseguiu fazê-lo. Ao invés, ela jogou-o no mar dentro de um saco de pele de foca. A criança não morreu e foi resgatada numa praia britânica por um príncipe celta chamado Elffin. A criança renascida cresceu e se tornou o lendário bardo Taliesin.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Brighid


O nome da Deusa Celta da Poesia, sabedoria e conhecimento dos mistérios, Brighid, significa “Rainha”, “Poderosa” e “Exaltada”. Essa divindade poderosa – cujo pai era Dagda, o deus supremo da mitologia celta da Irlanda – também estava associada á cura, á fertilidade e, sobretudo ao dom de facilitar os partos.
Brighid teve dois maridos: Bres, o belo, mas tirânico filho do rei dos Fomore – espíritos do mal que viviam sob o mar -, com quem se casara; e Tuirean, de quem teve três filhos. Suas viagens pela Irlanda, obtidas como recompensa por ter liquidado o pai de Lugh, o deus de todas as artes, comparam-se ás viagens de Jasão pela Grécia em busca do velocino de ouro.
Brighid era famosa por sua bondade, de acordo com a tradição escocesa, a cada primavera ela depunha a deusa do inverno, de rosto azulado – e generosidade, característica que legou a Santa Brígida de Kildare, que viveu no século V e doou todas as propriedades da família aos pobres, levando o pai á loucura. A santa cristã também herdou muitas das tradições associadas a sua antecessora pagã: era invocada durante os partos, e do dia de seu festival, 1 de fevereiro, é o mesmo do antigo festival de primavera ou imbolc, que celebrava as ovelhas que começavam a dar leite, sagradas para a deusa celta.

Texto retirado do Livro:O Livro de Ouro dos Deuses e Deusas de Elizabeth Hallam

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Mitologia Irlandesa

Acabei de encontrar este vídeo na net e achei muito interessante.